The slave ship Camargo carried 500 souls across the Atlantic before it burned and sank off the coast of Brazil. For his most recent New Yorker piece, Julian Lucas (@jcljules) explored its remains with researchers from the Slave Wrecks Project, which combines maritime archeology with reparative justice, tourism, and aquatic training in Black communities. Read it at the link in our bio.
The slave ship Camargo carried 500 souls across the Atlantic before it burned and sank off the coast of Brazil. For his most recent New Yorker piece, Julian Lucas (@jcljules) explored its remains with researchers from the Slave Wrecks Project, which combines maritime archeology with reparative justice, tourism, and aquatic training in Black communities. Read it at the link in our bio.
Unearthing the Camargo: Community, Memory, and the Hidden Histories of Slavery in Brazil
At a recent lecture hosted by the Center for Latin American Studies, Brazilian historian Martha Abreu wove together archival evidence, local memory, and transatlantic tragedy to tell the story of one ship, one community, and the broader legacy of illegal slavery in Brazil.
‘People did not go quietly’: divers explore wreck of 18th-century slave ship where mutiny took place
Black archaeologists join team investigating off the coast of Mozambique as part of global project to identify and tell stories of wrecked ships involved in transatlantic slave trade
EUA ajudarão a recuperar último navio escravista a chegar ao Brasil
O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro destinou, nessa terça-feira (10), US$ 295 mil ao Instituto AfrOrigens, voltado a ações de conservação dos destroços do brigue Camargo, último navio escravista a desembarcar africanos escravizados no Brasil em 1852.
O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro destinou, nessa terça-feira (10), US$ 295 mil ao Instituto AfrOrigens, voltado a ações de conservação dos destroços
“O suporte ao brigue Camargo simboliza perfeitamente o que o Fundo dos Embaixadores representa: um compromisso duradouro dos EUA com a preservação da memória cultural, a promoção da compreensão histórica e o fortalecimento dos nossos valores compartilhados”, disse a embaixadora Elizabeth Frawley Bagley, em cerimônia no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, no Rio.
O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro destinou, nessa terça-feira (10), US$ 295 mil ao Instituto AfrOrigens, voltado a ações de conservação dos destroços
“O suporte ao brigue Camargo simboliza perfeitamente o que o Fundo dos Embaixadores representa: um compromisso duradouro dos EUA com a preservação da memória cultural, a promoção da compreensão histórica e o fortalecimento dos nossos valores compartilhados”, disse a embaixadora Elizabeth Frawley Bagley, em cerimônia no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, no Rio.
Em 1852, o último navio documentado a desembarcar africanos escravizados no Brasil, o brigue Camargo, foi naufragado no litoral de Angra dos Reis.
O projeto desenvolvido pelo Instituto AfrOrigens inclui atividades de arqueologia subaquática — mapeamento 360º de todo sítio arqueológico, identificação, estudo, análises históricas e preservação de estruturas e artefatos que forem encontrados. A iniciativa também contempla a proteção da memória da comunidade quilombola local, Santa Rita do Bracuí.
Embaixada do EUA fará aporte para conservação de navio escravagista naufragado em angra
O brigue Camargo foi roubado e comandado por Nathaniel Gordon, que transportava cerca de 500 africanos escravizados de Moçambique para o Brasil, mesmo após a Lei Eusébio de Queirós (1850), que proibia o tráfico de escravizados. Décadas depois, Gordon foi capturado, condenado e se tornou o único norte-americano executado por tráfico de africanos escravizados.
O último navio negreiro a trazer africanos escravizados para o Brasil em 1852. O navio permanece naufragado na costa de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, desde aquele ano.
Recentemente, o Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro anunciou uma doação de US$ 295.000 ao AfrOrigens Institute para apoiar os esforços de preservação do naufrágio do brigue Camargo
Estados Unidos ajudarão a recuperar navio escravista naufragado em Angra
O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio destinou US$ 295 mil (cerca de R$ 1,7 milhão) ao Instituto AfrOrigens para ações de conservação dos destroços do brigue Camargo, último navio escravista a desembarcar africanos escravizados no Brasil em 1852. A embarcação está naufragada no litoral de Angra dos Reis, na região do Bracuí, de acordo com pesquisas recentes.
EUA anunciam apoio a projeto de conservação de último navio escravista a desembarcar no Brasil
Trabalho no sítio arqueológico prevê atividades como mapeamento tridimensional, análises históricas e preservação de artefatos ao longo de três anos. “
EUA ajudarão a recuperar último navio escravista a chegar ao Brasil
O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro destinou, nessa terça-feira (10), US$ 295 mil ao Instituto AfrOrigens, voltado a ações de conservação dos destroços do brigue Camargo, último navio escravista a desembarcar africanos escravizados no Brasil em 1852. A embarcação está naufragada desde aquele ano no litoral de Angra dos Reis.
The underwater hunt for the lost ship of an American slave trafficker
ANGRA DOS REIS, Brazil — Gilson Rambelli motored out into the dark waters, thinking of the crime that had haunted him for years. The evidence of it was down there, in the bay’s depths. That was where the researcher believed he’d find the Camargo, the long-lost slave ship of Nathaniel Gordon, the only person ever executed in the United States for the crime of trafficking enslaved Africans.
The Global Story of Slavery in the Americas Comes to the Smithsonian
The Carmango - an American slave trafficking vessel - was missing underwater for centuries after its captain sent enslaved Africans ashore to Brazil and burned it down, but now researchers have found it
‘People did not go quietly’: divers explore wreck of 18th-century slave ship where mutiny took place
Black archaeologists join team investigating off the coast of Mozambique as part of global project to identify and tell stories of wrecked ships involved in transatlantic slave trade
Wreckage of notorious American slave ship sunk in Brazil may have been found
Researchers believe they’ve found the lost wreck of the Camargo, a US slave ship that illegally transported and sold enslaved African people into bondage in Brazil in the early 1850s.
The underwater hunt for the lost ship of an American slave trafficker
The underwater hunt for the lost ship of an American slave trafficker
This was one of the last ships to illegally bring enslaved Africans after the 1850 law that banned the trafficking of Africans in the Brazilian Empire. The American brig Camargo was found almost 200 years after it sank. The expedition was led by the Afrorigens team, which is based in Rio de Janeiro.
The underwater hunt for the lost ship of an American slave trafficker
The Afrorigens team prepares to dive during the expedition that found the American brig Camargo almost 200 years after it sank. This was one of the last ships to illegally bring enslaved Africans after the 1850 law that banned the trafficking of Africans in the Brazilian Empire.
Sunken ship of the only slave trader executed in US may have been found off Brazil
They called it “The Boat.” It was a reef-like spot off the coast of southern Brazil where the fish seemed to gather, and the fisherman seemed to get lucky. The local Black community passed on the tradition of “The Boat” for years, wondering occasionally if this spot could be the boat that brought their enslaved ancestors to shore.
Divers pinpoint wreck of last slave-ship in Brazil
Archaeological scuba divers believe they have tracked down the wreck of the 19th-century slave-ship Camargo in Ilha Grande Bay in southern Brazil. The brig was the last known ship to bring enslaved Africans to the country, and its notorious captain Nathaniel Gordon would become the only person ever to be executed in the USA for slave-trading.
US Ship Wreckage Carrying 500 Slaves Discovered by Archaeologists
Finding evidence of slaves in a shipwreck could be a truly horrifying sight. This is exactly what happened in the sea of Angra dos Rei, Brazil, where archaeologists unveiled ship wreckage that sank 500 slaves aboard.
Archaeologists Discover Wreckage of Notorious Slave Ship Off Brazil
The wreckage of a 19th-century U.S. ship with more than 500 slaves on board may have been identified by archaeologists in the sea of Angra dos Rei, Brazil, according to the local news outlet TV Prefeito.
Archaeologists Discover Wreckage of Notorious Slave Ship Off Brazil
The wreckage of a 19th-century U.S. ship with more than 500 slaves on board may have been identified by archaeologists in the sea of Angra dos Rei, Brazil, according to the local news outlet TV Prefeito.
Researchers In Brazil May Have Discovered The Wreckage Of An Infamous 19th-Century Slave Ship
Archaeologists believe the slave ship was intentionally sunk by American Nathaniel Gordon, who had illegally transported 500 enslaved people to Brazil while under pursuit.
Sunken ship of the only slave trader executed in US may have been found off Brazil
They called it “The Boat.” It was a reef-like spot off the coast of southern Brazil where the fish seemed to gather, and the fisherman seemed to get lucky.
The local Black community passed on the tradition of “The Boat” for years, wondering occasionally if this spot could be the boat that brought their enslaved ancestors to shore.
A briga submersa em torno dos tesouros do mítico galeão San José
Depois que Cristóvão Colombo aportou na ilha de Hispaniola (hoje Haiti e República Dominicana), em 1492, a ocupação das Américas pela Coroa espanhola tornou-se uma história de invasões e pilhagens.
História do naufrágio do navio escravagista Camargo
Leva Quilombo do Bracuí a abrir as portas e receber representantes do Instituto Smithsonian que avança na pesquisa sobre a história da resistência de um povo remanescente
Professor do Departamento de Arqueologia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), dos Programas de Pós-Graduação em Arqueologia e em Antropologia, e responsável pela coordenação científica do Instituto Afro Origem: dos Naufrágios aos Quilombos, Gilson Rambelli há duas décadas se dedica às buscas subaquáticas por vestígios de um dos últimos navios escravagistas a atracar no Brasil.
Pesquisa acha vestígios de navio símbolo da pirataria de escravos no Brasil
Pesquisadores encontraram vestígios que seriam de um dos últimos e mais simbólicos navios escravagistas que chegaram ao Brasil, em 1852, dois anos após a Lei Eusébio de Queirós —que vedava o tráfico de pessoas escravizadas no país e classificava o transporte como pirataria.
Pesquisadores da UFS descobrem vestígios de navio escravagista afundado há mais de 170 anos
Equipe encontrou traços que podem ser do navio Camargo, afundado no Rio Bracuí, em Angra dos Reis (RJ), no fim de 1852, e que transportava cerca de 500 africanos.
Pesquisadores descobrem vestígios de navio escravagista afundado há mais de 170 anos
Nos dias 24 e 25 de maio de 2024, o sítio arqueológico Bracuí 1, possivelmente relacionado ao naufrágio do brigue escravagista Camargo, e a comunidade quilombola Santa Rita do Bracuí receberam visitas ilustres! O Secretário do Smithsonian Institute, Lonnie Bunch III, representantes da Embaixada dos EUA no Brasil e do Departamento de Estado dos EUA, estiveram presentes para celebrar o início das investigações desse importante patrimônio. Esse marco é visto como um caminho de empoderamento político e econômico para a comunidade quilombola.
Encontro dos vestígios do Navio Escravagista Camargo na Baía da Ribeira.
Estive na celebração do Encontro dos vestígios do Navio Escravagista Camargo na Baía da Ribeira. O evento foi de grande importância para a história da nossa cidade.
Um encontro na manhã desde sábado (25) no Quilombo Santa Rita do Bracuí, marcou um momento de celebração pela descoberta do navio escravagista Camargo, que naufragou nas águas de Angra dos Reis em 1852. A pesquisa coordenada pelos institutos Smithsonian, AfrOrigens e Slave Wrecks Project, representa um marco significativo na historiografia brasileira. O Quilombo do Bracuí, reconhecido por sua resistência e preservação cultural, recebeu os visitantes com uma calorosa recepção, destacando a importância de manter viva a memória e a luta dos antepassados.
Arqueólogos buscam naufrágio que pode ser o último navio escravagista a vir ao Brasil, em Angra
Desafio do projeto AfrOrigens é identificar no fundo do mar vestígios do brigue Camargo, considerado um dos últimos navios a desembarcar no Brasil com escravizados trazidos da África, em dezembro de 1852
Vila Isabel recebe visita de secretário do maior complexo de museus e pesquisa do mundo
A conexão entre a instituição norte-americana e a Vila Isabel surgiu graças à participação do pesquisador da escola, Vinícius Natal, no desenvolvimento da exposição itinerante In Slavery's Wake (“No despertar da escravidão”, em tradução livre). O projeto será exibido no Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana do Smithsonian em 2025.
Foi achado, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, destroços de um navio americano do século XIX que teria naufragado com 500 pessoas escravizadas a bordo em 1852. Chamada Brigue Camargo, a embarcação havia sido roubada por Nathaniel Gordon, único estadunidense a ser enforcado por tráfico de pessoas escravizadas, e provavelmente foi afundada de propósito pelo escravista para apagar provas do roubo e da carga trazida.
'Brigue Camargo': veja as buscas pelos destroços do último navio escravagista brasileiro
Embarcação trazendo mais de 500 moçambicanos foi afundada por um capitão americano no mar de Angra dos Reis, em 1852, dois anos depois do fim da escravidão no país
Caminhos da Reportagem traz história de naufrágio de navio escravista
A história de um navio escravista afundado pelo seu próprio comandante em Angra dos Reis, no litoral fluminense, vem sendo contada e recontada há várias gerações no Quilombo Santa Rita do Bracuí.
Arqueólogos mergulhadores desvendam mistérios de navio escravagista que foi perseguido pela Marinha
Especialistas buscam identificar o brigue Camargo, embarcação de bandeira americana que afundou na costa brasileira; trabalho faz parte do AfroOrigens, projeto de arqueologia sobre a diáspora africana
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
As buscas arqueológicas pelo navio começaram de forma sistemática em 2022, com a participação de mergulhadores pesquisadores, e avançaram com a descoberta recente de materiais que podem ser da embarcação.
A partir de mergulhos e com a ajuda de tecnologias de levantamento geofísico, pesquisadores acharam restos de embarcações naufragadas na região do Bracuí (RJ) que poderiam ser do brigue norte-americano Camargo, um dos últimos a trazer ilegalmente africanos para o país
Navio que naufragou com 500 escravos a bordo em Angra dos Reis no século XIX é alvo de pesquisa
Pesquisadores e arqueólogos se reuniram na semana passada para alinhar as pesquisas em torno dos possíveis destroços do navio Brigue Camargo, encontrados no mar de Angra dos Reis/RJ, no bairro Bracuí, que podem desvendar uma parte da história sobre a escravidão no Brasil e a ligação com a cidade da costa verde. O encontro “Roda de Conversa no Quilombo”, foi realizado no salão da igreja de Santa Rita.
O vice-presidente do Instituto AfrOrigens, Julio Cesar da Silva Marins durante seminário O caso do navio escravagista Camargo, no Arquivo Nacional. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Pesquisadores buscam vestígios de um dos últimos 'navios negreiros' a atracar no Brasil
No final de 1852, dois anos depois de ser publicada a Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico de escravizados ao Brasil, o capitão americano Nathaniel Gordon aportou na região de Angra dos Reis e fez desembarcarem rapidamente cerca de 500 pessoas africanas.
A inesperada história por trás do navio afundado em Angra dos Reis
Arqueólogos acreditam ter encontrado os destroços de um navio negreiro que trouxe cerca de 500 pessoas escravizadas de Moçambique para o Brasil, na costa de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em meados do século 19.
Pesquisadores e descendentes de escravizados unem forças no projeto AfrOrigens, que busca vestígios do tráfico em Angra dos Reis
No final de 2022, arqueólogos e pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal do Sergipe (UFS) encontraram, nas águas da região de Bracuí, em Angra dos Reis, destroços de antigos naufrágios que podem levar a uma descoberta reveladora. No projeto, que o grupo batizou de AfrOrigens, o desafio é identificar no fundo do mar vestígios do brigue Camargo, considerado um dos últimos navios a desembarcar no Brasil com escravizados trazidos da África, em dezembro de 1852.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Marilda de Souza Francisco, 60 anos de idade, é líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no sul fluminense. Quando era pequena, sempre ouvia do pai a história de um navio e de um traficante de escravos com detalhes curiosos.
Pesquisadores buscam por navio escravista que naufragou em Angra dos Reis no século 19
“Estamos na fase de processamento de dados. A resposta que posso dar agora é que temos encontrado materiais, mas ainda é difícil dizer que eles são parte do Camargo. Temos que pegar cada um deles e analisar. E também avançar nas escavações. Cada embarcação tem a sua assinatura e precisamos fazer essa identificação”, disse o presidente do Instituto AfrOrigens, Luis Felipe Freire Dantas Santos.
Nas Profundezas da História: O Mergulho na Memória do Quilombo Santa Rita do Bracuí
Liderando a comunidade, encontra-se Marilda de Souza Francisco, uma mulher de 60 anos que mantém viva a história transmitida pelo seu pai – a saga de um navio africano misterioso, um capitão disfarçado de mulher e uma embarcação tragada pelas águas.
Vera e Yuri Sanada apresentarão projetos premiados, no dia 12 de junho na PUC-Rio, a convite do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental
‘’Projetos de aventura em prol das ciências e do meio ambiente’’ é o tema da palestra que os ambientalistas brasileiros Vera e Yuri Sanada vão apresentar dia 12 de junho, às 10h, na PUC-Rio, a convite do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio). Aberto ao público e gratuito, o evento será realizado no auditório do Rio DataCentro (RDC).
Pesquisadores apresentam pesquisa sobre navio negreiro afundado em Angra dos Reis
O navio teria sido roubado em 1851, na Califórnia (EUA) pelo capitão Nathaniel Gordon, que viajou até Moçambique e traficou 500 africanos para o porto clandestino do Bracuí. Em 1852 afundou a embarcação para evitar a prisão e a comunidade quilombola Santa Rita do Bracuí conta a história que ele teria fugido vestido de mulher para os EUA. Mas em 1862 ele morreu enforcado.
Pesquisa sobre navio escravagista afundado no litoral brasileiro revela primeiros avanços
Desde 2022, a equipe do Instituto AfrOrigens, que realiza a investigação sobre o caso, tem realizado mergulhos na Baía da Ilha Grande, litoral sul do estado do Rio de Janeiro, e descoberto materiais que podem estar relacionados com o brigue Camargo. A embarcação trouxe cerca de 500 africanos escravizados de Moçambique para o Brasil em 1852, quando o tráfico já havia sido tornado ilegal, e foi naufragada criminosamente por seu capitão, Nathaniel Gordon.
Pesquisadores buscam navio escravista que naufragou em Angra no século 19
Pesquisadores e arqueólogos estão empenhados para encontrar um navio escravista que naufragou em Angra, no século19. As buscas avançaram com a aparição de possíveis destroços da embarcação, que serão avaliados para confirmar se eles faziam parte do brigue (um tipo de embarcação a vela) Camargo, nome que o navio norte-americano recebeu na época. Os destroços foram apresentados na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, no último dia 7. O presidente do Instituto AfrOrigens, Luis Felipe Freire Dantas Santos, explicou que as escavações têm que avançar e que o material encontrado está sendo analisado para se ter certeza de que eram do Camargo.
Seminário apresenta resultados de pesquisa sobre navio escravagista naufragado no litoral brasileiro
O Brigue Camargo foi roubado na Califórnia (EUA) em 1851, pelo seu capitão Nathaniel Gordon, que navegou até Moçambique, de onde trouxe cerca de 500 africanos escravizados para o porto clandestino do Bracuí, em Angra dos Reis, em dezembro de 1852, quando foi afundado intencionalmente. As pesquisas arqueológicas sistemáticas para a localização dos restos do navio no fundo da Baía da Ilha Grande foram iniciadas em 2022 e simbolizam a abertura de uma nova linha investigativa global em águas brasileiras.
Exploradores brasileiros Vera e Yuri Sanada apresentarão projetos premiados na PUC-Rio
A dupla vai apresentar o projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, no qual, pela primeira vez, uma equipe profissional de produtores audiovisuais percorrerá toda a extensão do Rio Amazonas a bordo de barcos movidos a energia solar e a pedal, construídos com bioresina e fibras naturais.
Exploradores brasileiros Vera e Yuri Sanada apresentarão projetos premiados na PUC-Rio
''Projetos de aventura em prol das ciências e do meio ambiente'' é o tema da palestra que os ambientalistas brasileiros Vera e Yuri Sanada vão apresentar dia 12 de junho, às 10h, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), a convite do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio).
Pesquisadores buscam por navio escravista que naufragou em Angra dos Reis no século 19
Pesquisadores e arqueólogos estão empenhados para encontrar um navio escravista que naufragou em Angra dos Reis (RJ) no século 19. Segundo informações da Agência Brasil, as buscas avançaram na última semana com a aparição de possíveis destroços da embarcação.
Pesquisadores e descendentes de escravizados unem forças no projeto AfrOrigens, que busca vestígios do tráfico em Angra dos Reis
No final de 2022, arqueólogos e pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal do Sergipe (UFS) encontraram, nas águas da região de Bracuí, em Angra dos Reis, destroços de antigos naufrágios que podem levar a uma descoberta reveladora. No projeto, que o grupo batizou de AfrOrigens, o desafio é identificar no fundo do mar vestígios do brigue Camargo, considerado um dos últimos navios a desembarcar no Brasil com escravizados trazidos da África, em dezembro de 1852.
Navio que naufragou com 500 escravos a bordo em Angra dos Reis no século XIX é alvo de pesquisa
Pesquisadores e arqueólogos se reuniram na semana passada para alinhar as pesquisas em torno dos possíveis destroços do navio Brigue Camargo, encontrados no mar de Angra dos Reis/RJ, no bairro Bracuí, que podem desvendar uma parte da história sobre a escravidão no Brasil e a ligação com a cidade da costa verde. O encontro “Roda de Conversa no Quilombo”, foi realizado no salão da igreja de Santa Rita.
Pesquisadores buscam por navio escravista que naufragou em Angra dos Reis no século 19
Pesquisadores e arqueólogos estão empenhados para encontrar um navio escravista que naufragou em Angra dos Reis (RJ) no século 19. Segundo informações da Agência Brasil, as buscas avançaram na última semana com a aparição de possíveis destroços da embarcação.
Navio que naufragou com 500 escravos a bordo em Angra dos Reis no século XIX é alvo de pesquisa
Destroços encontrados serão analisados por uma equipe composta por pesquisadores e arqueólogos para confirmar ligação com o navio africano que trazia tripulantes escravos e segundo a história, foi propositalmente afundado para não deixar vestígios, na época, em que a escravidão já havia sido abolida no Brasil.
Navio que naufragou com 500 escravos a bordo em Angra dos Reis no século XIX é alvo de pesquisa
Destroços encontrados serão analisados por uma equipe composta por pesquisadores e arqueólogos para confirmar ligação com o navio africano que trazia tripulantes escravos e segundo a história, foi propositalmente afundado para não deixar vestígios, na época, em que a escravidão já havia sido abolida no Brasil.
Vera e Yuri Sanada apresentarão projetos premiados, no dia 12 de junho na PUC-Rio, a convite do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental
‘’Projetos de aventura em prol das ciências e do meio ambiente’’ é o tema da palestra que os ambientalistas brasileiros Vera e Yuri Sanada vão apresentar dia 12 de junho, às 10h, na PUC-Rio, a convite do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio). Aberto ao público e gratuito, o evento será realizado no auditório do Rio DataCentro (RDC)
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
As buscas arqueológicas pelo navio começaram de forma sistemática em 2022, com a participação de mergulhadores pesquisadores, e avançaram com a descoberta recente de materiais que podem ser da embarcação.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Caso os pesquisadores encontrem os vestígios do navio, a ideia é que eles continuem no local, no fundo do mar, para serem estudados e preservados. Um dos objetivos do projeto é estimular o envolvimento das comunidades locais em iniciativas sociais, culturais e turísticas.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Caso os pesquisadores encontrem os vestígios do navio, a ideia é que eles continuem no local, no fundo do mar, para serem estudados e preservados. Um dos objetivos do projeto é estimular o envolvimento das comunidades locais em iniciativas sociais, culturais e turísticas.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Relatos como esse fazem parte da memória oral do quilombo, transmitida por escravizados e descendentes por gerações, desde a década de 1850 até os dias de hoje. A ajuda das comunidades quilombolas atuais foi fundamental para o avanço das pesquisas que buscam vestígios do brigue Camargo, um navio roubado em 1851 na Califórnia, Estados Unidos, pelo capitão Nathaniel Gordon.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“Nos últimos dias, temos ampliado os esforços para conseguir atuar naquela área e chegar mais rápido a esses materiais. A gente usa tecnologias oceanográficas para tentar encontrar o Camargo. Estamos na fase de processamento de dados. A resposta que posso dar agora é que temos encontrado materiais, mas ainda é difícil dizer que eles são parte do Camargo. Temos que pegar cada um deles e analisar. E também avançar nas escavações. Cada embarcação tem a sua assinatura e precisamos fazer essa identificação”, disse Luis Felipe Freire Dantas Santos, doutor em arqueologia e presidente do Instituto AfrOrigens, projeto de mapeamento do tráfico transatlântico de africanos, que está à frente das buscas pelo brigue.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Caso os pesquisadores encontrem os vestígios do navio, a ideia é que eles continuem no local, no fundo do mar, para serem estudados e preservados. Um dos objetivos do projeto é estimular o envolvimento das comunidades locais em iniciativas sociais, culturais e turísticas.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Marilda de Souza Francisco, 60 anos de idade, é líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no sul fluminense. Quando era pequena, sempre ouvia do pai a história de um navio e de um traficante de escravos com detalhes curiosos.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
Marilda de Souza Francisco, 60 anos de idade, é líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no sul fluminense. Quando era pequena, sempre ouvia do pai a história de um navio e de um traficante de escravos com detalhes curiosos.
Turismo em quilombo no RJ terá mergulho até naufrágio de navio escravagista
Localizado em Angra dos Reis (RJ), o Quilombo Santa Rita do Bracuí, formado no fim do século XIX, será transformado num corredor turístico-cultural pelo município, que acaba de iniciar os estudos para a exploração sustentável do sítio arqueológico. No local, turistas vão poder participar de visitas guiadas por memórias da escravidão e mergulhar para conhecer os destroços de um navio escravagista naufragado.
Angra: Buscas por navio escravista do século 19 avançam
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
As buscas arqueológicas pelo navio começaram de forma sistemática em 2022, com a participação de mergulhadores pesquisadores, e avançaram com a descoberta recente de materiais que podem ser da embarcação.
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
As buscas arqueológicas pelo navio começaram de forma sistemática em 2022, com a participação de mergulhadores pesquisadores, e avançaram com a descoberta recente de materiais que podem ser da embarcação.
Relatos como esse fazem parte da memória oral do quilombo, transmitida por escravizados e descendentes por gerações, desde a década de 1850 até os dias de hoje. A ajuda das comunidades quilombolas atuais foi fundamental para o avanço das pesquisas que buscam vestígios do brigue Camargo, um navio roubado em 1851 na Califórnia, Estados Unidos, pelo capitão Nathaniel Gordo
Caso os pesquisadores encontrem os vestígios do navio, a ideia é que eles continuem no local, no fundo do mar, para serem estudados e preservados. Um dos objetivos do projeto é estimular o envolvimento das comunidades locais em iniciativas sociais, culturais e turísticas.
O projeto também conta com apoio e investimentos de instituições de ensino e pesquisa norte-americanas. É o caso da George Washington University e do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture. Uma colaboração que permite olhar de forma crítica para um passado comum, de escravidão e de exploração nas Américas.
Marilda de Souza Francisco, 60 anos de idade, é líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no sul fluminense. Quando era pequena, sempre ouvia do pai a história de um navio e de um traficante de escravos com detalhes curiosos.
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
“Nos últimos dias, temos ampliado os esforços para conseguir atuar naquela área e chegar mais rápido a esses materiais. A gente usa tecnologias oceanográficas para tentar encontrar o Camargo. Estamos na fase de processamento de dados. A resposta que posso dar agora é que temos encontrado materiais, mas ainda é difícil dizer que eles são parte do Camargo. Temos que pegar cada um deles e analisar. E também avançar nas escavações. Cada embarcação tem a sua assinatura e precisamos fazer essa identificação”, disse Luis Felipe Freire Dantas Santos, doutor em arqueologia e presidente do Instituto AfrOrigens, projeto de mapeamento do tráfico transatlântico de africanos, que está à frente das buscas pelo brigue
“Nos últimos dias, temos ampliado os esforços para conseguir atuar naquela área e chegar mais rápido a esses materiais. A gente usa tecnologias oceanográficas para tentar encontrar o Camargo. Estamos na fase de processamento de dados. A resposta que posso dar agora é que temos encontrado materiais, mas ainda é difícil dizer que eles são parte do Camargo. Temos que pegar cada um deles e analisar. E também avançar nas escavações. Cada embarcação tem a sua assinatura e precisamos fazer essa identificação”, disse Luis Felipe Freire Dantas Santos, doutor em arqueologia e presidente do Instituto AfrOrigens, projeto de mapeamento do tráfico transatlântico de africanos, que está à frente das buscas pelo brigue
As buscas arqueológicas pelo navio começaram de forma sistemática em 2022, com a participação de mergulhadores pesquisadores, e avançaram com a descoberta recente de materiais que podem ser da embarcação.
Marilda de Souza Francisco, 60 anos de idade, é líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no sul fluminense. Quando era pequena, sempre ouvia do pai a história de um navio e de um traficante de escravos com detalhes curiosos.
“A gente não sabia o nome do navio. Só sabia que tinha vindo lá da África trazendo os negros e depois afundado. E que o capitão tinha fugido vestido de mulher. Quando o meu pai contava essa história, até falava ‘que vergonha, um homem vestido de mulher’. Era essa a história. A gente até achava que era uma ficção, que alguém tinha inventado. Mas era verdade mesmo”, conta Marilda.
Ele viajou até Moçambique, trouxe cerca de 500 africanos escravizados para o porto clandestino do Bracuí e afundou a embarcação em 1852, para evitar a prisão. O tráfico, naquela época, já estava proibido no Brasil. O disfarce com roupas femininas, como o da história, foi uma das estratégias usadas para sair escondido do país. Deu certo por um tempo. Em 1862, ele foi o único norte-americano enforcado nos Estados Unidos por participar do tráfico negreiro.
Destroços de navio negreiro de 1852 são encontrados em Angra dos Reis
Arqueólogos afirmam ter encontrado um navio americano do século XIX que teria naufragado com 500 pessoas escravizadas a bordo na costa de Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Acredita-se que a embarcação seja o Brigue Camargo, cujo naufrágio estava presente em histórias populares da região, mas sem comprovações científicas até os possíveis destroços terem sido localizados, recentemente, no bairro do Bracuí, onde ficava um porto clandestino de mesmo nome.
Navio negreiro naufragado no século 19 pode ter sido achado na costa brasileira
Pesquisadores acreditam ter achado na costa do Brasil o navio negreiro Brigue Camargo, naufragado no século 19. A embarcação foi roubada nos Estados Unidos pelo comerciante americano Nathanial Gordon, que transportou ilegalmente cerca de 500 africanos escravizados de Moçambique para o porto clandestino de Bracuí, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, em 1852.
Só um quilombo é hoje tombado. Isso mudará com nova regra
Iphan, o órgão federal do patrimônio histórico, prepara tombamento acelerado de quilombos no Brasil, baseado em artigo da Constituição. Há 17 processos do tipo aguardando decisão.
Buscas por navio escravista do século 19 avançam em Angra dos Reis
“É muito importante que esse trabalho seja parte da comunidade local. Estamos trabalhando juntos, mas com protagonismo deles, dos quilombolas, para que digam como essa história deve ser contada. É uma pesquisa que ainda vai durar anos. Mas entendemos que vai ter um grande impacto não só aqui no Brasil, mas no mundo todo. Essa história ajuda a conectar pessoas de diferentes lugares, que viveram problemas graves relacionados à escravidão”, disse Paul Gardullo, professor da George Washington University.
Maricá poderá ganhar filme documentário sobre navio negreiro naufragado no mar de Itaipuaçu
LSM- Representantes do Instituto Afrorigens e do Slave Wrecks Project se reuniram nesta sexta-feira, 09,com secretários da Prefeitura de Maricá para propor uma parceria na realização de estudos e de um documentário sobre o navio negreiro Sumaca Malteza, naufragado em 1850 na região das Ilhas Maricás, em Itaipuaçu.
Navio negreiro naufragado em Itaipuaçu pode virar documentário com apoio de Maricá
A história do navio negreiro Sumaca Malteza, que naufragou no litoral de Itaipuaçu em 1850, pode ganhar as telas em forma de documentário. A proposta foi apresentada nesta sexta-feira (09/05) ao município de Maricá por representantes do Instituto Afrorigens e do Slave Wrecks Project, que buscam apoio para desenvolver pesquisas arqueológicas e audiovisuais sobre a diáspora africana na região.
Navio Negreiro Naufragado em Itaipuaçu pode Inspirar Documentário
Na última sexta-feira (09/05), secretários da Prefeitura de Maricá se reuniram com representantes do Instituto Afrorigens e do Slave Wrecks Project para discutir a produção de estudos e de um documentário sobre um navio negreiro naufragado na região das Ilhas Maricás, em Itaipuaçu. A reunião foi realizada com a presença do secretário de Relações Internacionais, Jorge Castor, e da secretária de Comunicação Social, Danielle Ferreira.
Maricá: Naufrágio de navio negreiro em Itaipuaçu pode gerar documentário impactante
O município de Maricá foi representado pelo secretário de Relações Internacionais, Jorge Castor, e pela secretária de Comunicação Social, Danielle Ferreira. Durante a reunião, os representantes do Instituto Afrorigens apresentaram detalhes sobre o instituto e a metodologia de pesquisa, destacando publicações na mídia nacional e internacional sobre a descoberta em Maricá, e propuseram uma colaboração para ampliar a pesquisa e viabilizar o documentário.
Campanha arqueológica reforça importância histórica do navio Camargo em Angra
Mais uma importante etapa das pesquisas sobre o naufrágio do navio escravagista Camargo foi concluída em Angra dos Reis. Durante 14 dias, arqueólogos, historiadores, pesquisadores e integrantes da comunidade quilombola de Santa Rita do Bracuí estiveram em campo no sítio arqueológico Bracuí 1, local onde se encontram os vestígios da embarcação, que naufragou em 1852 e é um dos últimos registros materiais do tráfico ilegal de africanos escravizados no Brasil.
Audiovisual como ferramenta de luta e memória no Quilombo do Bracuí
No último mês de maio, a Witness esteve no Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis (RJ), para realizar uma oficina de audiovisual voltada a crianças e jovens da comunidade. A atividade contou também com a participação de jovens indígenas Guarani Mbya, moradores da região, reforçando a importância das alianças entre povos tradicionais na defesa de seus direitos e territórios.
Durante dois dias intensos de trocas e aprendizados, os participantes se aprofundaram no universo da linguagem audiovisual com foco especial na prática de edição. A oficina deu continuidade a uma formação anterior da Witness, voltada à experimentação com câmera, captação de som e registros orais. Nessa segunda etapa, os participantes construíram coletivamente um roteiro e vivenciaram a experiência de montagem de um material audiovisual, a partir de imagens gravadas anteriormente e de arquivos enviados pela própria comunidade.
Quilombo de Santa Rita do Bracuí recebe pesquisadores americanos
Na segunda-feira, 10 de novembro, o Quilombo de Santa Rita do Bracuí, em parceria com o Instituto AfrOrigens, recebeu representantes do Smithsonian Institution, de Washington DC e pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, Pensilvania, EUA. O objetivo foi conhecer os locais de memória do negro em Angra dos Reis e experimentar a culinária tradicional quilombola.
O Quilombo de Santa Rita do Bracuí, em parceria com o Instituto AfrOrigens, recebeu representantes do Smithsonian Institution, de Washington DC e pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, Pensilvania, EUA. O objetivo foi conhecer os locais de memória do negro em Angra dos Reis e experimentar a culinária tradicional quilombola. A iniciativa faz parte de um amplo projeto internacional de história e arqueologia subaquática que busca reconstruir capítulos esquecidos da história do tráfico ilegal de africanos escravizados no Brasil.
Estudo histórico resgata memória do tráfico ilegal de africanos escravizados
Na última segunda-feira, dia 10, o Quilombo de Santa Rita do Bracuí, de Angra dos Reis, em parceria com o Instituto AfrOrigens, recebeu representantes do Smithsonian Institution, de Washington DC e pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, Pensilvania, EUA. O objetivo foi conhecer os locais de memória do negro em Angra dos Reis e experimentar a culinária tradicional quilombola.
Quilombo de Santa Rita do Bracuí, em Angra, recebe pesquisadores dos EUA
Pesquisadores americanos representantes do Smithsonian Institution e da Universidade de Pittsburgh visitaram o Quilombo de Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, na segunda-feira, 10 de novembro, para conhecer locais riquíssimos relacionados à memória dos negros.